17/08/2026

Ibovespa fecha segunda-feira (17) praticamente estável, aos 166,9 mil pontos, pressionado por bancos

Imagem: Reprodução 
O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (17) praticamente estável, com leve alta de 0,01%, aos 166.954,77 pontos. A sessão foi marcada pela pressão negativa das ações do setor bancário, em meio à preocupação dos investidores com o cenário de crédito no país.

O mercado também repercutiu o pedido bilionário de recuperação judicial da Casas Bahia, aumentando a cautela em relação às condições financeiras de empresas e ao mercado de crédito brasileiro.

Apesar da pressão sobre o índice, as ações da Petrobras ajudaram a limitar uma queda mais acentuada. Os papéis da estatal acompanharam a valorização dos preços do petróleo no mercado internacional, contribuindo para sustentar o Ibovespa ao longo do pregão.

Maiores altas

Entre as ações que mais subiram no Ibovespa nesta segunda-feira (17), destaque para os papéis da Oncoclínicas:

- Oncoclínicas do Brasil (ONCO3F): alta de 36,11%;

- Oncoclínicas do Brasil (ONCO11): alta de 27,27%.

Maiores quedas

Na ponta negativa, a Lupatech registrou as maiores perdas do pregão:

- Lupatech (LUPA3): queda de 38,88%;

- Lupatech (LUPA3F): queda de 38,29%.

Volume negociado

O volume financeiro total movimentado na B3 nesta segunda-feira foi de R$ 24,13 bilhões, distribuído em aproximadamente 3,66 milhões de negócios.

O resultado mostra um mercado dividido entre a pressão exercida pelo setor financeiro e as preocupações relacionadas ao crédito e à recuperação judicial de grandes empresas, enquanto a valorização do petróleo e o desempenho das ações da Petrobras ajudaram a evitar uma queda mais significativa do principal índice da Bolsa brasileira.

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