Desaceleração do PIB brasileiro no segundo trimestre reforça expectativas de flexibilização dos juros e contribui para o fortalecimento do real diante da moeda americana.
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| Imagem: Diário do Mercado |
Segundo analistas, um dos principais fatores por trás do desempenho positivo da moeda brasileira foi a divulgação de dados que apontaram desaceleração da economia brasileira no segundo trimestre. O resultado reforçou as expectativas de que o Banco Central possa adotar uma postura mais flexível em relação aos juros nos próximos meses.
A perspectiva de uma eventual redução das taxas de juros tende a favorecer o mercado de renda variável, aumentando a atratividade dos ativos brasileiros. Esse cenário também pode estimular a entrada de recursos estrangeiros no país, contribuindo para a valorização do real.
Cenário internacional
Apesar da queda do dólar frente ao real, o ambiente externo apresentou movimento diferente. Próximo ao encerramento dos negócios, o índice DXY, que acompanha o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta formada por seis moedas de economias desenvolvidas, registrava alta de 0,27%.
O comportamento indica que a valorização do real ocorreu mesmo diante de uma sessão de fortalecimento do dólar no mercado internacional.
Euro encerra cotado a R$ 5,97
O euro também encerrou o pregão desta terça-feira em relação ao real. A moeda europeia terminou o dia cotada a R$ 5,97.
De acordo com os dados da Investing.com, as principais cotações cruzadas no mercado eram:
Moeda - Cotação em reais
Dólar (USD) R$ 5,1544
Euro (EUR) R$ 5,9737
Libra esterlina (GBP) R$ 6,9673
Franco suíço (CHF) R$ 6,3501
Dólar canadense (CAD) R$ 3,7090
Dólar australiano (AUD) R$ 3,6821
Iene japonês (JPY) R$ 3,21725 por 100 ienes
O desempenho do câmbio segue sendo acompanhado de perto pelos investidores, principalmente diante das expectativas para a trajetória dos juros no Brasil, dos indicadores de atividade econômica e do comportamento do dólar no exterior. Com informações do Investing.com.
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