01/09/2026

Dólar fecha em queda de 0,47% nesta terça-feira (1º) e encerra cotado a R$ 5,15

Desaceleração do PIB brasileiro no segundo trimestre reforça expectativas de flexibilização dos juros e contribui para o fortalecimento do real diante da moeda americana.

Imagem: Diário do Mercado
O dólar fechou o pregão desta terça-feira, 1º de setembro, em queda de 0,47%, cotado a R$ 5,15. O movimento colocou o real entre as moedas que mais se valorizaram diante da moeda americana durante a sessão.

Segundo analistas, um dos principais fatores por trás do desempenho positivo da moeda brasileira foi a divulgação de dados que apontaram desaceleração da economia brasileira no segundo trimestre. O resultado reforçou as expectativas de que o Banco Central possa adotar uma postura mais flexível em relação aos juros nos próximos meses.

A perspectiva de uma eventual redução das taxas de juros tende a favorecer o mercado de renda variável, aumentando a atratividade dos ativos brasileiros. Esse cenário também pode estimular a entrada de recursos estrangeiros no país, contribuindo para a valorização do real.

Cenário internacional

Apesar da queda do dólar frente ao real, o ambiente externo apresentou movimento diferente. Próximo ao encerramento dos negócios, o índice DXY, que acompanha o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta formada por seis moedas de economias desenvolvidas, registrava alta de 0,27%.

O comportamento indica que a valorização do real ocorreu mesmo diante de uma sessão de fortalecimento do dólar no mercado internacional.

Euro encerra cotado a R$ 5,97

O euro também encerrou o pregão desta terça-feira em relação ao real. A moeda europeia terminou o dia cotada a R$ 5,97.

De acordo com os dados da Investing.com, as principais cotações cruzadas no mercado eram:

Moeda - Cotação em reais

Dólar (USD) R$ 5,1544

Euro (EUR) R$ 5,9737

Libra esterlina (GBP) R$ 6,9673

Franco suíço (CHF) R$ 6,3501

Dólar canadense (CAD) R$ 3,7090

Dólar australiano (AUD) R$ 3,6821

Iene japonês (JPY) R$ 3,21725 por 100 ienes

O desempenho do câmbio segue sendo acompanhado de perto pelos investidores, principalmente diante das expectativas para a trajetória dos juros no Brasil, dos indicadores de atividade econômica e do comportamento do dólar no exterior. Com informações do Investing.com.

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