Mercado financeiro brasileiro acompanha a aversão global ao risco, enquanto investidores monitoram o cenário fiscal e as incertezas eleitorais às vésperas do segundo turno presidencial.
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| Imagem criada pelo Diário do Mercado com IA |
No exterior, o movimento de aversão ao risco foi influenciado por preocupações relacionadas ao retorno dos investimentos em inteligência artificial (IA) e pela alta do petróleo. Esses fatores contribuíram para um ambiente de maior prudência nos mercados, com investidores reavaliando suas posições diante das incertezas econômicas.
No Brasil, a atenção permaneceu voltada para o cenário fiscal e para os desdobramentos da disputa presidencial. A expectativa por uma nova pesquisa Datafolha e pelo debate entre os candidatos ao Palácio do Planalto também esteve entre os fatores acompanhados pelo mercado.
Eleições e cenário internacional no radar
A proximidade do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25), aumenta a atenção dos investidores em relação às possíveis repercussões políticas e econômicas do resultado eleitoral.
A avaliação do mercado sobre as propostas dos candidatos, especialmente em relação às contas públicas e à condução da economia, pode influenciar as negociações de ativos brasileiros. Entretanto, a direção dos preços também dependerá das condições internacionais e do comportamento dos investidores estrangeiros.
Além do cenário político, a trajetória do petróleo e o apetite global por risco devem continuar no radar, diante da possibilidade de mudanças nas expectativas dos mercados.
Resumo do fechamento — quinta-feira, 22 de outubro de 2026
- Ibovespa: 204.120,21 pontos, queda de 1,15%.
- Dólar comercial: R$ 5,0384, alta de 0,22%.
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