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| Imagem criada pelo Diário do Mercado com IA |
Referências de segunda-feira: Ibovespa em 205.079,25 pontos (-0,17%) e dólar comercial a R$ 5,048. A variação do dólar diverge entre as fontes: InfoMoney informou -0,49%; BPMoney, -0,28%.
Pesquisas eleitorais recentes mostram Flávio numericamente à frente, mas com diferenças entre institutos: PoderData 52% a 48%, AtlasIntel 51,1% a 48,9% e BTG/Nexus 50,3% a 49,7% nos votos válidos. Margens, métodos e datas de campo variam; não trate um levantamento isolado como mudança definitiva.
O IGP-10 subiu 1,76% em outubro, acima da expectativa de 1,44%, e acumula 5,02% em 12 meses. No exterior, o Nasdaq avançou 1,11% e o S&P 500, 0,41% na segunda-feira. O Brent fechou a US$ 109,55, ainda elevado, apesar da queda diária de 0,3%.
🟢 Alívio externo e continuidade da recuperação
Se a recuperação de tecnologia nos EUA se sustentar e o petróleo não voltar a disparar, o cenário externo pode ajudar o apetite por risco. Para a B3, procure confirmação no Ibovespa, no dólar e nos juros futuros — não apenas nos futuros americanos.
🔴 IGP-10 e incerteza eleitoral pesam nos ativos locais
Se o IGP-10 pressionar as expectativas de inflação e os juros futuros voltarem a subir, ações domésticas podem sofrer. Pesquisas próximas entre si, mas com resultados diferentes, também podem manter a cautela eleitoral. Dólar e DI subindo juntos reforçariam esse cenário.
🟡 Setores podem andar em direções diferentes
Brent perto de US$ 110 pode sustentar Petrobras e outras ações de energia. Ao mesmo tempo, petróleo caro e juros elevados podem pesar sobre o restante do índice. A alta externa em tecnologia não garante que a Bolsa brasileira acompanhe.
🎯 Plano para o pregão
- Use 205.079 pontos e R$ 5,048 como referências de segunda-feira, não como suportes ou resistências garantidos.
- Aguarde o leilão e a primeira faixa de negociação; confirme com volume, dólar e DI.
- Evite perseguir gaps e reduza a posição se o petróleo ou as manchetes eleitorais provocarem movimentos bruscos.
- O IGP-10 acima da previsão reforça a importância de acompanhar juros e ativos sensíveis à inflação.
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